O desenvolvimento econômico e sustentável

04/09/2012 11:42

 

Parte 2 

VEJA O DISCURSO DO “NOVO PREFEITO”, reflita o que foi proposto no exercício abaixo e veja se seu candidato corresponde ao que você, PETROPOLITANO, deseja do futuro Prefeito.

 

Cidadãos imperiais, chega do pensamento limitado de que “Maomé tem de vir a montanha”, já passou da hora da montanha ir a Maomé. Vivemos em um mundo globalizado, o comércio acontece entre todos os lugares a partir de um clic no computador ou de uma ligação. Precisamos transpor o preconceito e a distância. Nossos pólos têxtil e moveleiro e nossa indústria do turismo precisam ser conhecidos e reconhecidos no Brasil e no exterior. Temos já um Termo de Parceria com o SEBRAE e a APEX-Brasil para organizar o comércio eletrônico das empresas e selecionar as mais bem organizadas para participar de Feiras Internacionais. Também teremos um Termo de Cooperação para fins de viabilização de exportações. Aqui na Prefeitura vou propor uma compensação no ISS para as despesas das empresas, especialmente do comércio, com ensino em inglês e espanhol de seus funcionários, agora, a compensação só será dada quando o funcionário chegar ao final do curso, porque o que tem de gente que estuda inglês e não fala nada... A parceria com o SEBRAE vai além das páginas na Internet: precisamos ter os materiais publicitários, os menus dos restaurantes e os cartazes das lojas também em inglês e espanhol. Quando vencermos a barreira da língua estaremos dando um passo para que Petrópolis entre no circuito internacional. Essas ações, junto com o Programa da Construção Civil, trarão mais renda e desenvolvimento à nossa cidade.

Por outro lado, precisamos conciliar o desenvolvimento econômico com o uso sustentável do meio ambiente e o desenvolvimento social. Para isso vamos implementar o zoneamento ecológico-econômico, pois, prevendo áreas para indústria separadas das áreas de moradia e de lazer podemos garantir mais conforto ao cidadão, mas, mais importante, podemos obter escala e mais eficiência na prestação de serviços como os de: distribuição de energia elétrica, desenvolvimento da infra-estrutura viária para caminhões, da infra-estrutura de tratamento de resíduos e do transporte público para os trabalhadores. Preciso lembrar que a proteção do meio-ambiente é também garantida pelo planejamento urbano. A liberação das encostas e a concentração industrial favorecem a preservação de nossas florestas.

O turismo precisará de toda minha atenção em conjunto com o meio ambiente. Entendo que as pessoas ocupem áreas de floresta em morros por necessidade, mas não se justifica a omissão do estado em prover condições para transferi-las para locais mais seguros e de menor dano ao patrimônio natural. A visão de casas em construção dependuradas nos morros na entrada do Quitandinha afugenta o turista e transmite a ele uma idéia de insegurança herdada da cidade do Rio de Janeiro. Vou adotar um Programa de

recuperação dos morros e das vias de acesso do turismo, como um “Corredor Turístico”, e vou oferecer benefícios para a oferta de serviços turísticos, tais como: estacionamentos, restaurantes, hotéis, comércio, etc. Será necessário adotar sinalização de trânsito bilíngüe e recolocar as placas de ruas, pois nossa cidade não as tem mais. Espero obter recursos do Ministério do Turismo para fazer tudo isso, mas sei que meu papel é oferecer condições para que o investidor se sinta seguro para investir em novos negócios na nossa cidade.

Para as MPE estamos viabilizando formas de assegurar a ela condições para investir no crescimento da produção e, também, para obter capital de giro, cuja falta é apontada como a principal razão para muitas falências. Na área tecnológica, sempre a espaço para o desenvolvimento de serviços relacionados à tecnologia da informação, ainda mais com o LNCC em Petrópolis.

Sérgio Figueiredo

 


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