Igualdade e contemporaneidade

09/03/2016 17:52

    A contemporaneidade vem lutando pela igualdade, porém enfrenta o sexualismo, o aborto e demais assuntos como tabu. Hoje, criar mudanças sonoras e visuais podem demonstrar significativas mudanças comunicativas, suprimir o gênero gramatical também, mas para tudo existe hora e limite. Contudo, existe um número crescente de pessoas buscando sua própria identidade em um mundo preconceituoso e individualista.

 

    Primar de conhecimentos adquiridos por gramáticos, pode trazer insucesso quando o assunto é mudança do gênero na escrita, muitos ou a grande maioria não aceitam e não acreditam em tamanha revolução.

 

    Grande parte vem extinguindo o artigo e usando o X e o @ para falar do todo, sem “pronominar”, por fim a esses gêneros pode servir para minimizar traumas, porém jamais servirá como fonte de refugio para o preconceito. A escola é o melhor lugar para trabalhar a opressão, visto que são inúmeros os casos de preconceito, homofobia, racismo... Gerando evasão escolar. Tema muito preocupante e defendido por educadores e diretores.

 

    O assunto é polêmico e reflexivo, o lixo de crueldade é tão grande que há quem pense que a supressão do gênero seria o estimulo a criança a ser gay ou lésbica, quando na verdade luta apenas pela igualdade e machismo enfrentado na atualidade.

 

    Segundo, Ana Maria Colling em seu texto, “Substituição de marcadores de gênero na linguagem escrita busca diminuir preconceitos”: “ a linguagem não inclusiva parece ter caráter assexuado, mas nomeia apenas uma parte dos elementos da sociedade: os homens.”

 

    Podemos dizer que o X e o @ não vão mudar o mundo e muito menos a concepção de todos, mas quem sabe sirva como alerta para reprodutores de preconceito.

Rafani Silva


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